{"id":391,"date":"2025-05-21T20:23:29","date_gmt":"2025-05-21T23:23:29","guid":{"rendered":"https:\/\/11simposioesocite.ufpa.br\/?page_id=391"},"modified":"2025-09-11T10:36:58","modified_gmt":"2025-09-11T13:36:58","slug":"gt09-desafios-da-institucionalizacao-da-pesquisa-transdisciplinar-no-brasil","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/11simposioesocite.ufpa.br\/?page_id=391","title":{"rendered":"GT09 &#8211; Desafios da Institucionaliza\u00e7\u00e3o da Pesquisa Transdisciplinar no Brasil"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Resumo:<\/strong> A pesquisa transdisciplinar \u00e9 fundamental para enfrentar desafios complexos, integrando ci\u00eancia e saberes extra-acad\u00eamicos para solu\u00e7\u00f5es sustent\u00e1veis. No Brasil, sua institucionaliza\u00e7\u00e3o enfrenta desafios em financiamento, avalia\u00e7\u00e3o e forma\u00e7\u00e3o. O Grupo Tem\u00e1tico explora como a transdisciplinaridade pode fortalecer o Sistema Nacional de Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o (SNCTI), destacando desafios, mudan\u00e7as institucionais e a necessidade de uma ci\u00eancia mais inclusiva e alinhada \u00e0s demandas sociais. Rumo \u00e0 COP30, o GT busca fomentar recomenda\u00e7\u00f5es para a Agenda 2030 e a converg\u00eancia das conven\u00e7\u00f5es sobre clima, biodiversidade e desertifica\u00e7\u00e3o, com foco em CT&amp;I, al\u00e9m de reunir pesquisadores para debate sobre os t\u00f3picos seguintes: i) mudan\u00e7as institucionais e fortalecimento do SNCTI: Quais barreiras limitam a pesquisa transdisciplinar no Brasil? Como ag\u00eancias de fomento e universidades podem incentivar a coprodu\u00e7\u00e3o transdisciplinar de conhecimentos? De que forma a transdisciplinaridade torna o SNCTI mais inclusivo e responsivo a demandas sociais? Que mudan\u00e7as institucionais s\u00e3o necess\u00e1rias para fortalecer a pesquisa transdisciplinar? ii) fomento \u00e0 pesquisa transdisciplinar no Brasil: Quais mecanismos s\u00e3o estrat\u00e9gicos para promov\u00ea-la? Que casos de sucesso orientam pol\u00edticas p\u00fablicas? Que incentivos financeiros estimulam colabora\u00e7\u00f5es duradouras? Como as ag\u00eancias de fomento a t\u00eam abordado? iii) transdisciplinaridade e a Agenda 2030: Como a pesquisa transdisciplinar pode acelerar a Agenda 2030 no Brasil? Quais desafios e oportunidades existem para integr\u00e1-las \u00e0s pol\u00edticas p\u00fablicas? Como a transdisciplinaridade pode potencializar a sinergia entre as tr\u00eas Conven\u00e7\u00f5es da ONU (Clima, Biodiversidade e Desertifica\u00e7\u00e3o)? iv) pesquisa transdisciplinar, engajamento p\u00fablico e impacto social: Como a transdisciplinaridade fortalece o engajamento p\u00fablico e amplia o impacto social da ci\u00eancia? De que forma a participa\u00e7\u00e3o social legitima a ci\u00eancia em desafios globais? Como medir o impacto e a efetividade da pesquisa transdisciplinar no SNCTI? v) cultura acad\u00eamica e avalia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica: Como superar a resist\u00eancia \u00e0 transdisciplinaridade? Como adaptar a avalia\u00e7\u00e3o da CAPES, CNPq e FAPs para valorizar a pesquisa transdisciplinar? Quais as limita\u00e7\u00f5es dos modelos tradicionais de avalia\u00e7\u00e3o acad\u00eamica e como reconhecer pesquisadores transdisciplinares?<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coordenadores: <\/strong>Marconi Edson Esmeraldo Albuquerque (Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o (MCTI)), Lara Ramos Monteiro Silva (UNICAMP), Patricia Miranda Menezes (Rede ODS Brasil)<br><strong>Debatedora:<\/strong> Lillian Maria Araujo de Rezende Alvares (UNB)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>17\/09\/2025<\/strong> &#8211; <strong>Sess\u00e3o 01<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Hor\u00e1rio:&nbsp;<\/strong>14:00 \u2013 16:00<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Local:<\/strong> Mirante do Rio &#8211; sala 209 (2o andar)<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><strong>Do planejamento \u00e0 pr\u00e1tica: limites institucionais no avan\u00e7o do fomento \u00e0 pesquisa transdisciplinar no Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico (CNPq)<\/strong> &#8211; Marconi Edson Esmeraldo Albuquerque&nbsp;(Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o (MCTI)),&nbsp;Lillian Maria Araujo de Rezende Alvares&nbsp;(UNB)<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa transdisciplinar (TDR) oferece uma abordagem robusta para enfrentar desafios sociais complexos, integrando perspectivas acad\u00eamicas e n\u00e3o acad\u00eamicas na produ\u00e7\u00e3o de conhecimento cient\u00edfico. Enquanto ag\u00eancias internacionais de fomento v\u00eam adotando cada vez mais a TDR, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico (CNPq) tem mostrado dificuldades em avan\u00e7ar nesse modelo, apesar de seu reconhecimento formal da import\u00e2ncia dessa abordagem, expresso em seus documentos oficiais de planejamento. Este trabalho investiga at\u00e9 que ponto o CNPq incorporou a transdisciplinaridade em suas pr\u00e1ticas e instrumentos de fomento na \u00faltima d\u00e9cada. Por meio da an\u00e1lise de documentos e da realiza\u00e7\u00e3o de um grupo focal com alguns servidores daquela ag\u00eancia respons\u00e1veis pela gest\u00e3o de chamadas p\u00fablicas e programas de pesquisa, o estudo revela lacunas significativas entre o discurso e a implementa\u00e7\u00e3o. Embora os documentos institucionais de planejamento indiquem as abordagens inter e transdisciplinar como essenciais para aumentar a relev\u00e2ncia e impacto social da Ag\u00eancia, as iniciativas reais permanecem limitadas. A in\u00e9rcia institucional, a rigidez burocr\u00e1tica e os vieses disciplinares nos processos de revis\u00e3o por pares figuram entre os principais obst\u00e1culos. O artigo conclui propondo mudan\u00e7as institucionais para alinhar os mecanismos de financiamento com as complexas demandas de conhecimento da sociedade brasileira.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p><strong>Desafios Clim\u00e1ticos: educa\u00e7\u00e3o ambiental cr\u00edtica em estrat\u00e9gias l\u00fadicas para o desenvolvimento da consci\u00eancia clim\u00e1tica em adolescentes<\/strong> &#8211; K\u00edlvia de Nazar\u00e9 de Queiroz da Concei\u00e7\u00e3o&nbsp;(UFRA)<\/p>\n\n\n\n<p>As mudan\u00e7as clim\u00e1ticas representam um grande desafio. Seus efeitos s\u00e3o sentidos em todo o planeta e resultam das a\u00e7\u00f5es humanas desde a Revolu\u00e7\u00e3o Industrial e das desigualdades sociais Apesar da gravidade do problema, este \u00e9 um tema de dif\u00edcil abordagem em contexto escolar. O objetivo foi desenvolver uma solu\u00e7\u00e3o l\u00fadica para abordar a quest\u00e3o clim\u00e1tica com adolescentes. Duas turmas de escolas estaduais de Capit\u00e3o Po\u00e7o, Par\u00e1, participaram da pesquisa. A metodologia consistiu em levantamento de conhecimentos pr\u00e9vios sobre \u201cmudan\u00e7as clim\u00e1ticas\u201d em roda de conversa. Ap\u00f3s, foi aplicado um jogo da mem\u00f3ria virtual. A cada rodada, um membro de cada equipe deveria encontrar um par de cartas com os temas consumismo, produ\u00e7\u00e3o industrial, queimadas, desmatamento, urbaniza\u00e7\u00e3o. Ao encontrar, o estudante deveria responder uma pergunta sobre o tema da carta e sua rela\u00e7\u00e3o com o clima. Ao final do jogo, um ambiente virtual desflorestado era reflorestado, evidenciando a import\u00e2ncia da coopera\u00e7\u00e3o para a conserva\u00e7\u00e3o das florestas e para a manuten\u00e7\u00e3o do clima. Foi feita a an\u00e1lise das respostas da roda de conversa, das perguntas do jogo e de entrevistas semiestruturadas aplicadas ap\u00f3s o jogo. Os resultados mostraram compreens\u00e3o da rela\u00e7\u00e3o entre atividades humanas e mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, necess\u00e1ria para a forma\u00e7\u00e3o de cidad\u00e3os cr\u00edticos e ressaltaram a import\u00e2ncia de propostas educativas sobre altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, abordando os conceitos fundamentais e a\u00e7\u00f5es para mitigar o problema. Ao faz\u00ea-lo, as escolas equipar\u00e3o os alunos para enfrentar os desafios clim\u00e1ticos.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p><strong>PROUNI e FIES sob disputa: coaliz\u00f5es de defesa e a dualidade estrutural<\/strong> &#8211; Izzadora Porcote&nbsp;(UFPR),&nbsp;Noela Invernizzi&nbsp;(Universidade Federal do Paran\u00e1)<\/p>\n\n\n\n<p>Este trabalho analisa as tens\u00f5es entre mercantiliza\u00e7\u00e3o e democratiza\u00e7\u00e3o no processo de amplia\u00e7\u00e3o do acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o superior no Brasil, com \u00eanfase na atua\u00e7\u00e3o da coaliz\u00e3o de defesa privatista no subsistema de pol\u00edticas p\u00fablicas educacionais. Tendo a universidade como locus de produ\u00e7\u00e3o e circula\u00e7\u00e3o do conhecimento, a investiga\u00e7\u00e3o se concentra nos programas PROUNI e FIES, que, embora ampliem o acesso, operam sob l\u00f3gica de mercado. A pesquisa adota abordagem qualitativa, combinando revis\u00e3o bibliogr\u00e1fica, an\u00e1lise documental, estat\u00edstica descritiva e s\u00edntese de estudos pr\u00e9vios. Os resultados indicam que essas pol\u00edticas refor\u00e7am a depend\u00eancia do setor privado, impulsionando a expans\u00e3o de institui\u00e7\u00f5es com fins lucrativos e consolidando a atua\u00e7\u00e3o da coaliz\u00e3o privatista como dominante. Conclui-se que a democratiza\u00e7\u00e3o do acesso, quando mediada por mecanismos mercantis, gera contradi\u00e7\u00f5es importantes, como a fragilidade das pol\u00edticas de perman\u00eancia e o comprometimento da qualidade do ensino, reafirmando a necessidade de pol\u00edticas p\u00fablicas que articulem amplia\u00e7\u00e3o do acesso com a valoriza\u00e7\u00e3o da universidade p\u00fablica como bem comum.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p><strong>Energia E\u00f3lica no Brasil: trajet\u00f3rias, tecnologia e concep\u00e7\u00f5es de Controle<\/strong> &#8211; Julio Cesar Donadone (UFSCAR), Paulo Renato Peruchi (NESEFi-UFSCar)<\/p>\n\n\n\n<p>O presente trabalho tem como objetivo entender a trajet\u00f3ria da energia e\u00f3lica no Brasil e seu desenvolvimento tecnol\u00f3gico, bem como as l\u00f3gicas e concep\u00e7\u00f5es de controle que tem contribu\u00eddo para a sua constru\u00e7\u00e3o. Para tanto aborda o per\u00edodo (2002-2022) e busca verificar como as poss\u00edveis intera\u00e7\u00f5es entre diferentes elementos e espa\u00e7os sociais podem afetar o desenvolvimento tecnol\u00f3gico, e utiliza o suporte te\u00f3rico de Sistemas Tecnol\u00f3gicos e elementos da Sociologia Econ\u00f4mica, Sociologia dos Mercados e da Pol\u00edtica Cient\u00edfica e Tecnol\u00f3gica (PCT), proporcionando uma abordagem ampla e interdisciplinar inerente aos estudos do campo CTS. Nesse sentido a energia e\u00f3lica no Brasil \u00e9 analisada com a utiliza\u00e7\u00e3o de diferentes perspectivas: Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o (MCTI), Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Energia E\u00f3lica (ABEE\u00d3LICA), pesquisas desenvolvidas nas universidades brasileiras e a produ\u00e7\u00e3o nacional de aerogeradores. Os dados e an\u00e1lises realizadas apontam para a centralidade da Pol\u00edtica Energ\u00e9tica na trajet\u00f3ria da energia e\u00f3lica no Brasil, bem como a aproxima\u00e7\u00e3o do setor e\u00f3lico nacional com o mercado e com elementos da l\u00f3gica econ\u00f4mico-financeira, os quais contribu\u00edram para o grande crescimento da capacidade instalada e para a constru\u00e7\u00e3o do mercado relacionado \u00e0 energia e\u00f3lica, por\u00e9m limitaram o desenvolvimento tecnol\u00f3gico em quest\u00e3o. No tocante a perspectiva do MCTI para a energia e\u00f3lica, a pesquisa proporciona reflex\u00f5es referentes a aproxima\u00e7\u00e3o com o mercado e o surgimento de uma concep\u00e7\u00e3o de controle realizada por intermedi\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p><strong>\u00c1guafloresta &#8211; Reflorestamento Contra Inc\u00eandios<\/strong> &#8211; Andr\u00e9 Pereira Wanderley de S\u00e3o Thiago (UFF)<\/p>\n\n\n\n<p>A perda da cobertura florestal sobre a superf\u00edcie terrestre nos \u00faltimos anos tem sido algo assustador. \u00c9 angustiante ver a vida entrando em combust\u00e3o. Algo precisa ser feito. Depois que pega fogo, sabemos que \u00e9 muito dif\u00edcil apagar. Pelo tamanho e complexidade do territ\u00f3rio, uma vez que o inc\u00eandio se alastra, torna-se quase imposs\u00edvel cont\u00ea-lo. Mas o que podemos fazer antes de deixar pegar fogo? E se, em \u00e1reas vulner\u00e1veis aos inc\u00eandios, j\u00e1 atingidas ou n\u00e3o, existisse uma vegeta\u00e7\u00e3o capaz de frear o fogo? Imagine locais estrat\u00e9gicos com uma floresta de baixa inflamabilidade, onde o que normalmente \u00e9 combust\u00edvel se torna o principal retardante das chamas. Em outras palavras: \u00e9 poss\u00edvel criar uma floresta d\u2019\u00e1gua, uma \u00e1guafloresta, que n\u00e3o pegue fogo? S\u00e3o esses questionamentos e hip\u00f3teses que movem nossas pesquisas.a capacidade de libera\u00e7\u00e3o de \u00e1gua, no momento do inc\u00eandio, de uma vegeta\u00e7\u00e3o pensada para isso \u00e9 muito maior do que a capacidade de qualquer m\u00e1quina ou tecnologia artificial que use a \u00e1gua como agente extintor. Muitas vezes, s\u00e3o nos lugares mais secos que as esp\u00e9cies possuem a maior capacidade de reten\u00e7\u00e3o h\u00eddrica. Cada esp\u00e9cie tem sua fun\u00e7\u00e3o, cada indiv\u00edduo, sua miss\u00e3o espec\u00edfica dentro do contexto em que est\u00e1 inserido. A natureza \u00e9 muito s\u00e1bia. Cabe a n\u00f3s entend\u00ea-la e utiliz\u00e1-la: empregar as tecnologias naturais da vida para combater o que tem amea\u00e7ado a pr\u00f3pria vida. Criar, por meio da vegeta\u00e7\u00e3o, um grande bols\u00e3o d\u2019\u00e1gua, localizado estrategicamente e pr\u00e9-disposto a enfraquecer o fogo em caso de inc\u00eandio. Ou seja, antecipar-se ao problema.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Resumo: A pesquisa transdisciplinar \u00e9 fundamental para enfrentar desafios complexos, integrando ci\u00eancia e saberes extra-acad\u00eamicos para solu\u00e7\u00f5es sustent\u00e1veis. No Brasil, sua institucionaliza\u00e7\u00e3o enfrenta desafios em financiamento, avalia\u00e7\u00e3o e forma\u00e7\u00e3o. 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