{"id":386,"date":"2025-05-21T20:44:58","date_gmt":"2025-05-21T23:44:58","guid":{"rendered":"https:\/\/11simposioesocite.ufpa.br\/?page_id=386"},"modified":"2025-09-11T10:42:21","modified_gmt":"2025-09-11T13:42:21","slug":"gt16-inteligencia-artificial-ciencia-de-dados-e-ambiente","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/11simposioesocite.ufpa.br\/?page_id=386","title":{"rendered":"GT16 &#8211; Intelig\u00eancia Artificial, Ci\u00eancia de Dados e Ambiente"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Resumo:<\/strong> Queremos construir futuros ut\u00f3picos, n\u00e3o h\u00e1 d\u00favida, onde as realidades disruptivas do presente tenham encontrado reconcilia\u00e7\u00e3o e solu\u00e7\u00e3o. Nesses futuros, as quest\u00f5es ambientais, clim\u00e1ticas entre elas, encontraram caminhos criativos e sustent\u00e1veis, garantindo bem-estar, sa\u00fade, abund\u00e2ncia e esperan\u00e7a para os seres humanos e vida para nossos coabitantes terrestres. Pensamos que as tecnologias, e em especial as Intelig\u00eancias Artificiais (IAs), podem nos dar esses futuros plenos, ambientalmente sustent\u00e1veis e socialmente pacificados. Sabemos tamb\u00e9m dos problemas, das disrup\u00e7\u00f5es que as tecnologias podem causar ao serem introduzidas em nossas atuais sociedades de competi\u00e7\u00e3o e luta por recursos, lucros e poder. Nosso GT tem a inten\u00e7\u00e3o de debater os caminhos que podem nos conduzir das realidades disruptivas atuais em dire\u00e7\u00e3o aos futuros ut\u00f3picos desejados, sonhados e planejados. Em especial, queremos focar nas potencialidades das IAs para produzir esses futuros de sustentabilidade ambiental e de igualdade social. Queremos tamb\u00e9m reconhecer que esses caminhos n\u00e3o s\u00e3o isentos de riscos e que as IAs podem aprofundar as tens\u00f5es correntes, causando novos danos ambientais, injusti\u00e7as sociais e muito mais. Portanto, trabalhos debatendo os usos e abusos das IAs em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s quest\u00f5es ambientais, especialmente aqueles relativos \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, s\u00e3o o foco de nosso GT. Tanto os potenciais emancipat\u00f3rios, que reduzem as opress\u00f5es, quanto os riscos abissais das IAs interessam&nbsp;ao&nbsp;GT.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coordenadores:<\/strong> Ant\u00f4nio Ribeiro de Almeida J\u00fanior (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz &#8211; Universidade de S\u00e3o Paulo), Thales Haddad Novaes de Andrade (UFSCAR), Cristian Marcelo Villegas Lobos (ESALQ\/USP)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>17\/09\/2025<\/strong> &#8211; <strong>Sess\u00e3o 01<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Hor\u00e1rio:&nbsp;<\/strong>14:00 \u2013 16:00<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Local:<\/strong> Mirante do Rio &#8211; sala 216 (2o andar)<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><strong>Princ\u00edpios para uma IA \u00e9tica para a Humanidade e o Meio Ambiente: Possibilidades e Limita\u00e7\u00f5es<\/strong> &#8211; Carolina Alexandre Calixto&nbsp;(UTFPR)<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 um fato reconhecido que a Intelig\u00eancia Artificial (IA), em especial a IA Generativa, se popularizou e est\u00e1 sendo utilizada como uma ferramenta de solu\u00e7\u00e3o de problemas generalista, afetando a maior parte dos setores da sociedade atrav\u00e9s de suas caracter\u00edsticas algor\u00edtmicas de r\u00e1pida e aut\u00f4noma adapta\u00e7\u00e3o e aprendizagem. Denominada como uma tecnologia emergente e disruptiva por seus idealizadores, no Vale do Sil\u00edcio, este artigo explora o que realmente poderia ser um convite \u00e0 disrup\u00e7\u00e3o ao refletir criativamente &#8211; nos sentidos de cria\u00e7\u00e3o e imagina\u00e7\u00e3o &#8211; quais os desafios e potencialidades esta tecnologia traz consigo, em seu uso, implementa\u00e7\u00e3o, gest\u00e3o e governan\u00e7a. A proposta a ser desenvolvida \u00e9 de uma IA \u00e9tica para a Humanidade e o Meio Ambiente, n\u00e3o se restringindo a apenas documentos oficiais de organiza\u00e7\u00f5es governamentais e do terceiro setor, mas tamb\u00e9m dando voz aos movimentos populares e povos origin\u00e1rios, trabalhadores da tecnologia, usu\u00e1rios e pessoas afetadas em toda as etapas da cadeia produtiva da IA. O m\u00e9todo usado para o presente artigo foi o levantamento de bibliografia pertinente nos campos de \u00e9tica e IA, IA e sustentabilidade e tecnologia e Direitos Humanos. Os achados demonstram que os princ\u00edpios \u00e9ticos para a constru\u00e7\u00e3o de uma IA explic\u00e1vel, justa e beneficente devem estar integrados com um compromisso social, pol\u00edtico e ambiental, atentando-se para os desafios no que concerne \u00e0s rela\u00e7\u00f5es geopol\u00edticas de poder, tendo em vista que as infraestruturas de IA e sua governan\u00e7a, assim como sua regulamenta\u00e7\u00e3o, est\u00e3o concentradas em pa\u00edses desenvolvidos.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p><strong>Covid-19 e qualidade de vida: reflex\u00f5es sobre o impacto da pandemia na sa\u00fade ambiental de adultos brasileiros.<\/strong> &#8211; Gustavo Nazato Furlan&nbsp;(Escola Superior de Agricultura &#8220;Luiz de Queiroz&#8221; &#8211; Universidade de S\u00e3o Paulo),&nbsp;Ant\u00f4nio Ribeiro de Almeida J\u00fanior&nbsp;(Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz &#8211; Universidade de S\u00e3o Paulo),&nbsp;Cristian Marcelo Villegas Lobos&nbsp;(ESALQ\/USP)<\/p>\n\n\n\n<p>Este estudo investiga como as percep\u00e7\u00f5es ambientais e a qualidade de vida foram influenciadas pela pandemia de Covid-19, com foco no Dom\u00ednio Ambiente do instrumento WHOQOL-BREF. Com 289 participantes, a pesquisa transversal quantitativa coletou dados levando em conta o per\u00edodo emergencial da pandemia de Covid-19, entre mar\u00e7o de 2020 a maio de 2023, atrav\u00e9s de question\u00e1rio online. O question\u00e1rio foi estruturado contendo vari\u00e1veis socioecon\u00f4micas, pontos sobre a Covid-19 e qualidade de vida. Foram aplicadas t\u00e9cnicas de Ci\u00eancia de dados, sendo elas: uni e multivariadas, param\u00e9tricas, n\u00e3o-param\u00e9tricas e machine learning. O estudo identificou que o impacto da pandemia na percep\u00e7\u00e3o de qualidade de vida foi significativamente modelado por fatores como g\u00eanero e escolaridade. Participantes sem ensino superior, especialmente mulheres, mostraram maior sensibilidade a vari\u00e1veis como infec\u00e7\u00e3o, presen\u00e7a de sequelas, idade e renda. J\u00e1 entre indiv\u00edduos com maior escolaridade, os fatores analisados n\u00e3o demonstraram associa\u00e7\u00e3o estatisticamente significativa com a qualidade de vida no Dom\u00ednio Ambiental. Os resultados mostram que os impactos da pandemia foram sentidos de maneira desigual e que pol\u00edticas p\u00fablicas (que considerem vulnerabilidades) espec\u00edficas s\u00e3o, ent\u00e3o, de grande import\u00e2ncia. Al\u00e9m disso, o estudo destaca a utilidade do WHOQOL-BREF como recurso para compreender aspectos subjetivos do bem-estar, auxiliando estrat\u00e9gias voltadas a grupos mais afetados.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p><strong>Intelig\u00eancia Artificial e Povos Ind\u00edgenas: interseccionalidades e a prote\u00e7\u00e3o dos saberes ecol\u00f3gicos tradicionais no Brasil<\/strong> &#8211; Sabrina Carvalho Verzola&nbsp;(UNIFAP)<\/p>\n\n\n\n<p>A Intelig\u00eancia Artificial pode ser um artefato disruptivo e multidisciplinar e resgata o contexto hist\u00f3rico das revolu\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas suscitado por Rosenberg(1982) pertinente aos fatores ex\u00f3genos, Tecnologia e Economia, relacionados \u00e0 Ci\u00eancia. Contudo, apesar dos desafios ainda enfrentados pela Am\u00e9rica Latina e a Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o, o resgate hist\u00f3rico remete ainda \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o da natureza ex\u00f3gena da Tecnologia pela Intelig\u00eancia Artificial aos Povos Ind\u00edgenas no Brasil. Isso no que se refere vulnerabilidade dos saberes ecol\u00f3gicos relacionados \u00e0 Intelig\u00eancia Artificial, desde a concep\u00e7\u00e3o e automa\u00e7\u00e3o para a produ\u00e7\u00e3o de resultados (ou produtos?) derivados da minera\u00e7\u00e3o de dados com base em obras de dom\u00ednio p\u00fablico e autorais para a distribui\u00e7\u00e3o no ciberespa\u00e7o. Nesse contexto, pretende-se discutir a integra\u00e7\u00e3o dos Povos Ind\u00edgenas na tomada de decis\u00e3o pelo usos dos saberes ecol\u00f3gicos relacionados ao patrim\u00f4nio cultural nos casos de acesso e armazenamento de dados ind\u00edgenas pela Intelig\u00eancia Artificial. Para tanto, o Consentimento Pr\u00e9vio, Livre e Informado \u00e9 um procedimento constitucional e obrigat\u00f3rio que tem como prop\u00f3sito a tutela do exerc\u00edcio \u00e0 autodetermina\u00e7\u00e3o dos Povos Ind\u00edgenas, atendendo aos princ\u00edpios da transpar\u00eancia e equidade com base nas demandas espec\u00edficas das etnias ind\u00edgenas. Destaca-se a perspectiva do Campo CTS para a an\u00e1lise da interseccionalidade entre a Intelig\u00eancia Artificial e os Povos Ind\u00edgenas, com fundamentos na \u00e9tica e na responsabilidade contra os vieses de exclus\u00e3o e de invisibilidade das pr\u00e1ticas ind\u00edgenas baseadas na Etnoconserva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p><strong>O Plano Brasileiro de Intelig\u00eancia Artificial e o ambiente<\/strong> &#8211; Ant\u00f4nio Ribeiro de Almeida J\u00fanior&nbsp;(Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz &#8211; Universidade de S\u00e3o Paulo)<\/p>\n\n\n\n<p>Este artigo analisa o Plano Nacional de Intelig\u00eancia Artificial (PBIA) de um modo geral e coloca \u00eanfase nos aspectos de que se relacionam com as quest\u00f5es ambientais. Ser\u00e1 realizada uma an\u00e1lise textual preliminar procurando determinar a import\u00e2ncia relativa das quest\u00f5es ambientais dentro do PBIA, utilizando a ferramenta de an\u00e1lise Max QDA Pro. Com as informa\u00e7\u00f5es dessa an\u00e1lise preliminar, ser\u00e1 efetuada uma an\u00e1lise cr\u00edtica de discurso sobre o PBIA como um todo, enfatizando especialmente a abordagem do Plano em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s quest\u00f5es ambientais. O PBIA acaba de ser publicado e reivindica a condi\u00e7\u00e3o de documento estrat\u00e9gico para o desenvolvimento das IAs no Brasil. Ele substitui a Estrat\u00e9gia Brasileira de Intelig\u00eancia Artificial do governo Bolsonaro que foi publicada em 2021 e que apresentava in\u00fameras defici\u00eancias, como a falta de defini\u00e7\u00e3o de volume e distribui\u00e7\u00e3o de recursos, al\u00e9m da aus\u00eancia de defini\u00e7\u00e3o das responsabilidades dos diversos \u00f3rg\u00e3os governamentais. Resultados preliminares: o PBIA prev\u00ea R$ 23,03 bilh\u00f5es em investimentos totais e apenas R$ 1 milh\u00e3o em projetos de IA para o ambiente. Somente esse dado preliminar mostra que, apesar do discurso socialmente respons\u00e1vel, do pretendido alinhamento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel (ODS) e do suposto benef\u00edcio para todos, quando olhamos mais de perto a quest\u00e3o ambiental, n\u00e3o h\u00e1 investimentos compat\u00edveis com o discurso. Precisamos, no entanto, investigar em maior detalhe o documento para efetivamente apontar ou n\u00e3o seu compromisso com as quest\u00f5es ambientais.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p><strong>Engajamento e Racismo Algor\u00edtmico nas Redes Sociais<\/strong> &#8211; Maria Vit\u00f3ria Menezes Ferreira&nbsp;(UFPA),&nbsp;Leonardo Ribeiro da Cruz&nbsp;(UFPA)<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa busca compreender como \u00e9 introjetado no digital micro agress\u00f5es j\u00e1 evidenciadas no meio social, partindo da estrutura\u00e7\u00e3o empresarial das elites tecnol\u00f3gicas e a constru\u00e7\u00e3o de comandos, aprendizagem de m\u00e1quina. Usu\u00e1rios negros s\u00e3o atravessados pelo sensacionalismo em torno da leitura de seus corpos, nas redes sociais. A partir das buscas de dados, s\u00e3o assimiladas as socialibilidades digitais; interligando a an\u00e1lise de engajamento; tangenciando o racismo algoritmo pelas empresas do Vale do Sil\u00edcio; o conceito de p\u00f3s racialidade de Sumi Cho; a necropol\u00edtica no meio digital evidencia o racismo algoritmo na prerrogativa neoliberal; salientando cren\u00e7as tecnolibert\u00e1rias em benef\u00edcio do recuo racial. A metodologia se deu na an\u00e1lise do texto \u201cElites tecnol\u00f3gicas, meritocracias e o mitos p\u00f3s-raciais no Vale do Sil\u00edcio\u201dde (NOBLE e ROBERT, 2020), assim como, o conceito de \u201cRacismo Algoritmo\u201d (SILVA,2022) fazendo um panorama sociot\u00e9cnico aos dispositivos que consolidam a \u201calgoritmiza\u00e7\u00e3o\u201d. Com enfoque no conceito de neoliberalismo trabalhado por Wendy Brown e Sumi Cho, seus apontamentos correlacionados \u00e0s desigualdades raciais em plataformas digitais. Observando perspectivas de te\u00f3ricos negros como, Abdias Nascimento \u201cO genoc\u00eddio do negro brasileiro: processo de um racismo mascarado\u201d, assim como, Fanon \u201cPele Negra, M\u00e1scaras Brancas\u201d. Com o prop\u00f3sito de fazer observa\u00e7\u00e3o descritiva mediante a coleta de dados de forma qualitativa, na qual adv\u00e9m do m\u00e9todo anal\u00edtico comparativo seguindo tr\u00eas eixos de pesquisa validade pr\u00e9via, validade interna e validade externa (OLLAIK, ZILLER).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Resumo: Queremos construir futuros ut\u00f3picos, n\u00e3o h\u00e1 d\u00favida, onde as realidades disruptivas do presente tenham encontrado reconcilia\u00e7\u00e3o e solu\u00e7\u00e3o. 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